O conceito de grupos de trabalho não é algo recente.


Tive o primeiro contato com essa ferramenta já em 1990 em uma empresa onde atuei como gerente de TI (Tecnologia de Informação).


Havia ali um grupo de trabalho que se reunia uma vez por semana para revisar o planejamento de vendas das doze semanas subsequentes.


Como a empresa revendia produtos sob estoque e tinha um lead time de 48 horas para despachar os pedidos, o planejamento era de fundamental importância.


E os resultados desse grupo de trabalho eram excepcionais.


Naturalmente que o nome Grupo de Trabalho não era utilizado, o encontro era denominado simplesmente Reunião de Vendas.


Alguns anos mais tarde, como diretor em outra empresa, adotei essa ferramenta com o mesmo formato e critérios, também com excelentes resultados.


E então, em um dado momento, me dei conta que esse conceito poderia ser utilizado em outras áreas da empresa.


Não posso afirmar que foi uma tarefa fácil, pois muitas barreiras necessitaram ser quebradas.


A gestão baseada no gerenciamento tradicional e no ego costuma prevalecer na maioria das empresas e a resistência à mudança pode criar barreiras muito fortes.


Porém, com o tempo e persistência, os resultados vieram e transformaram o processo decisório e os resultados.


Tenho presenciado problemas recorrentes em empresas onde atuo como consultor que poderiam ser resolvidos facilmente com essa ferramenta e, dentro do possível, tenho

recomendado a adoção dessa solução simples, barata e eficaz.


E os resultados são imediatos.


Exige apenas dedicação e um pouco de disciplina inicial para padronizar o procedimento e quebrar as barreiras do ego.


Com o tempo haverá um ganho adicional que é a substituição da cultura do "Eu" pela cultura do "Nós" que significa um salto qualitativo importante na cultura organizacional.


Pense nisso!


E muito sucesso!







Em nome de seu crescimento pessoal e profissional